O TEMPO NÃO EXISTE

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Respostas

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  1. Professor Ari,com suas lives aula e consultas,percebo mudanças reais no meu estado interno, especialmente ligadas a presença e desejo,e quero aprender a usar isso com precisão,sem confundir fantasia com acesso real ao tempo interno..perguntas:
    Existe um limite para o quanto o desejo pode deslocar a consciência no tempo interno,ou o desejo é sempre uma força capaz de alterar a linha temporal quando está ancorada no corpo?
    E como eu percebo no campo e na consciência,o exato momento em que saio da linha temporal comum e entro no campo no campo interno?
    E isso é uma troca de probabilidade, mudança de identidade,ou as duas coisas ao mesmo tempo?
    Grata.

    1. Olá Fernanda,
      O desejo, quando realmente ancorado no corpo, não “transporta” a consciência no tempo como as pessoas imaginam — ele desloca o eixo de percepção, fazendo você acessar uma faixa interna onde outras probabilidades ficam mais visíveis. Não existe qualquer “limite” rígido, mas existe a capacidade do seu campo em sustentar o estado: quanto mais presença e organização interna, maior o alcance. Quanto mais dispersão, mais a pessoa confunde fantasia com percepção real.
      O ponto-chave para saber quando saiu da linha temporal comum, é simples: no tempo interno real não há ansiedade, pressa ou projeção — há nitidez, estabilidade e sensação de “isso já existe”. A fantasia excita, o acesso interno acalma.
      E quanto à última pergunta: é um pouco dos dois. Quando você muda de faixa, tanto a probabilidade quanto a identidade se reorganizam — não “vira outra pessoa”, mas passa a operar a partir de uma versão sua, que está alinhada com aquela possibilidade. O desejo quando bem dirigido, não cria delírios: melhora a direção.
      Assim trabalho é aprender de forma continuada a reconhecer essa diferença, até o ponto em que os “desejos”, se tornam expressão da vontade real.

    1. Olá Maria, exatamente aí que reside a ilusão.
      O tempo externo é sempre o mesmo, o que muda é o modo como a consciência se relaciona com ele.
      Quando o campo está disperso ou carregado de crenças, o tempo parece “correr”, mas quando está presente e organizado, se expande.
      Não somos escravos do tempo, somos escravos da percepção que criamos sobre ele…

  2. Professor Ari, grata por essas explicações e validação do que penso e sinto. Tenho a sensação que vivi muitas vidas nessa mesma vida, meu passado parece pertencer à outra pessoa e não me prendo à ele, apesar de ter vivido e muito. Outra questão é… acredito que acessei 2 outras dimensões de mim mesma, com 1 até conversei por 20 minutos. 2 distintas existências, acho que vim morar aqui nessa cidade para poder ver literalmente. E quantas mais encontrarei ainda! Rsrs

    1. Olá Liliane,
      Essa sensação é normal quando a consciência muda a faixa, o “eu do passado” realmente parece até outro personagem.
      De qualquer maneira faz parte da expansão, apenas mantenha presença e discernimento para não transformar experiências de “passado” em narrativas do presente.

  3. Professor Ari, mais uma live muito enriquecedora. Poderia pensar em promover uma live especifica sobre frequências? Tudo é vibração e frequência. Quais são as verdadeiras melhores frequências e onde podemos ter a garantia de uma fonte segura para termos elas salvas para nossas rotinas? As Medbes são curas pelas frequências, correto? Se sim, ao ativá-las em nossas rotinas diárias podemos ter cura também? Muita obrigada e parabéns mais uma vez.

    1. Olá Patrícia, não existem frequências “boas” ou “ruins”, só existe frequência.
      A confusão é geralmente associado ao que seja vibração e frequência, dois assuntos separados. Dê uma olhada nas últimas Lives que tenho me aprofundado nisso, especialmente a dos Sonhos e Encarnação Interplanetária no canal.
      Quanto as MedBeds, assim como muitos tantos outros dispositivos utilizam-se claro, de frequências — mas como dito, frequências são frequências. A questão não é quais são utilizadas, mas como são…

  4. Bom dia Ari. Vi na internet no canal do Ivan Lima (O Viajante do tempo mais convincente), uma história de um indivíduo que fez experiências de viagem no tempo, que aparentemente teve sucesso, e que ao voltar ao seu tempo presente, ele não estava mais na memória das pessoas com quem conviveu, nem no mundo em que viveu. Achei isso intrigante e combina bem com a ideia de o tempo ser uma outra dimensão. Pode comentar sobre isso? Faz sentido essa suposta experiência?

    1. Olá Tania,
      Quando falamos de tempo como dimensão de percepção, falamos também de linhas de coerência da consciência. Uma consciência que se “desloque no tempo” — seja por experiências extremas, rupturas profundas ou acessos fora do eixo comum — pode sim eventualmente perder a aderência à linha de memória coletiva onde estava ancorada.

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